Na reunião que decorreu esta manhã na sede da Ordem dos Enfermeiros, Élvio Sousa salienta “dois temas fundamentais que foram abordados durante a reunião, nomeadamente, a saúde e a coesão social”.

Segundo o líder parlamentar, estas são duas situações em que “se verifica como a coligação PSD/CDS está a falhar aos enfermeiros e aos pensionistas e reformados”.

“Ao nível dos enfermeiros, uma área profissional que passa por uma fase de forte pressão causado pelo Covid-19, o Governo prometeu, até ao final de 2019, corrigir um conjunto de normas de carreira e não cumpriu”. Segundo o deputado, “o que se verificou, na semana passado, foi uma autêntica facada nas costas dos enfermeiros, pelo seu trabalho e pelo seu empenho, com a rejeição da maioria PSD e CDS de um diploma que iria trazer justiça”. A falta de sensibilidade do governo para com estes “autarcas da saúde ficou bem patente na conduta de rejeitar, simplesmente por rejeitar”, salientou Élvio Sousa.

“Em relação, aos pensionistas e reformados, não esqueçamos as promessas ainda não cumpridas por Miguel Albuquerque e Pedro Calado, de um complemento social de pensão de 60 euros para os 12 mil pensionistas e reformados. Essa ajuda, que faz muita falta nesta fase pandémica, foi prometida pelo PSD e pelo CDS no segundo semestre de 2020, e faltando apenas um mês e meio para terminar o ano perguntamos onde anda esse apoio, essa promessa?” questionou o líder parlamentar.

“O Governo PSD/CDS tem sido muito ágil a transferir milhões para sociedades de desenvolvimento falidas e para os amigos nomeados, mas quando se trata de arranjar um apoio social para garantir maior qualidade de vida aos pensionistas e reformados, as propostas não merecem qualquer consideração por parte deste executivo”, concluiu.

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