Formalmente, como partido, o Juntos pelo Povo chegou a 27 de janeiro de 2015.

A diversidade e singularidade de cada militante e simpatizante faz o todo, faz acontecer o partido, é a génese do JPP, os conselheiros, os barões do JPP são as pessoas que diariamente cruzam e interpelam os órgãos do partido, com queixas, dúvidas, sugestões, não existe melhor fonte para encontrar soluções do que o sítio onde se vive os problemas da vida real, na rua junto da população. Esta é fórmula do sucesso do JPP!

E o sucesso do JPP não passa pelo número de cargos políticos obtidos através das eleições, isso apenas ajuda a ter uma intervenção mais profícua e eficaz em prol das pessoas, objetivo primordial.

O JPP não existe apenas para ser oposição, também tem esse papel é verdade.

Mas chegou a altura do JPP ser a solução, o JPP sabe fazer.

Olhemos para o município de Santa Cruz e suas freguesias, é público e notório o trabalho que foi feito, o antes do JPP e o depois com o JPP. E, mais uma vez referimos, trabalho esse feito em prol da população e do interesse público.

Também o trabalho realizado pelos deputados do JPP na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira (ALRAM), as propostas apresentadas, as lutas travadas, não defraudando a confiança de quem os elegeu.

Relativamente à atividade dos deputados na ALRAM, é por demais evidente que os usos, vícios, costumes instituídos em toda a administração através de anos e anos de poder soberbo e de uma oposição acomodada, que os deputados do JPP em representação do povo nessa assembleia e no âmbito da sua competência fiscalizadora, para terem acesso a documentação e informação de interesse público e de entidades públicas encontrem dificuldades, tendo de recorrer aos tribunais para que seja ordenado a entrega dessa documentação. Seria interessante saber quantas ações para entrega de documentação e informação de entidades públicas deram entrada em tribunal por parte de outros partidos que não seja o JPP…

Das duas uma, ou não solicitam informação e dessa forma não fazem o seu papel fiscalizador, ou a mesma é solicitada e recusada a sua entrega e conformam-se, eximindo-se assim do seu papel de representantes do povo.

Interessante também de referir as propostas apresentadas pelos deputados do JPP na ALRAM, que muitas vezes são votadas vencidas, mas depois surgem cópias integrais dessas propostas em que a única coisa que difere é o cabeçalho, ou seja, a designação do partido, e são aprovadas com todo o seu esplendor.

O que se passou no Município do Funchal também é eloquente de que o JPP não serve de muleta para ninguém e acima de tudo não está à venda, não tem preço!

Agora bem recente, o exemplo do JPP – Maia, ao denunciar nas instâncias próprias a vergonhosa atuação dos órgãos deliberativo e executivo, que trouxe um prejuízo para o erário público de mais de um milhão e quatrocentos mil euros.

O JPP não fica apenas pelo apontar do dedo, o JPP age, e age porque pode agir, porque não está preso a nenhum grupo económico, o JPP não é refém de ninguém, o JPP apenas tem de prestar contas ao Povo, aos eleitores.

Sem dúvida que 2019 vai ser um ano bastante agitado com os inúmeros atos eleitorais que aí vêm, e uma coisa podemos garantir: o JPP nada tem a temer nem a perder, porque os votos não pertencem a nenhuma organização, não são transacionáveis, são das pessoas, por isso, os votos não se perdem, porque não são nossos. Pode-se sim ganhar a confiança dos eleitores, que nos será entregue através do voto, mas mesmo que não o seja, o JPP só pode perder de uma forma, se perder a sua identidade e isso não acontece.

Por isso caros militantes e simpatizantes, a força do JPP está na sua identidade no seu ADN, e não na obtenção do poder a qualquer preço, o JPP não está à venda nem em leilão à espera da melhor oferta.

O JPP não tem pressa e parafraseando o nosso Presidente Filipe Sousa, “o caminho faz se caminhando…”.

O Povo é sábio, poderá ser enganado, mas não será enganado para sempre…

VIVA O JPP!

BRUNO DOS SANTOS PEREIRA
Presidente da Comissão Nacional de Jurisdição do JPP

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