O povo da Madeira e de Porto Santo vive uma realidade de desafios específicos que, por muito tempo, foram ignorados pelas decisões políticas tomadas em Lisboa, com o silêncio cúmplice dos partidos que nos últimos 50 anos elegeram deputados pela Madeira à Assembleia da República.
Hoje, mais do que nunca, é imperativo que se escolha, já no próximo de 18 de maio, um representante do Juntos Pelo Povo (JPP) para a Assembleia da República – uma escolha que transcende a política convencional e trivial e coloca as pessoas no centro das prioridades e das decisões.
O nosso País necessita de uma política que resolva os problemas na sua raiz, que vá para além dos discursos elaborado e das promessas vazias. O JPP propõe uma abordagem genuína e determinada, alinhada com as necessidades reais dos insulares.
A Madeira e o Porto Santo conhecem muito bem o modo de atuar do JPP. Uma política de proximidade, sempre pronta a ouvir e a responder aos anseios da população. Não nos deixamos dominar por interesses político-partidários que distorcem a essência do serviço público. Os nossos representantes devem estar verdadeiramente comprometidos em prestar um serviço que tenha como foco principal o povo e não o interesse de grupos dominantes.
A escolha de um representante do JPP na Assembleia da República representa muito mais do que uma simples vitória política. É pois um manifesto, uma vontade, de que os insulares estão a exigir uma mudança de paradigma.
Estamos cansados de ver partidos que se deixam conduzir por interesses alheios à realidade local, enquanto as necessidades básicas na saúde, nos transportes, bem-estar, habitação, salários e custo de vida continuam a sem soluções e negligenciadas.
A tarefa que se nos impõe é clara: colocar a 18 de maio na Assembleia da República uma voz autêntica das Ilhas que defenda os interesses dos madeirenses e porto-santenses. Uma voz que exija o respeito pelos direitos e pela continuidade territorial, que esteja verdadeiramente ao lado das pessoas.
Chegou a hora de escolhermos um alguém que, mais do que prometer e estar vergado aos comandos em Lisboa, se comprometa com uma verdadeira mudança, que ouça, de forma ativa e sincera, as necessidades do nosso povo. A eleição de um representante do JPP não é apenas uma oportunidade de renovação, é um passo decisivo rumo a uma Madeira e um Porto Santo onde os interesses dos cidadãos hão-de prevalecer sobre os interesses políticos e de grupos dominantes.
Um bom domingo para todos
Um forte abraço
Filipe Sousa



