RECORDAR É VIVER: Mais vale só que mal acompanhado

O ano de 2024 começou com uma megaoperação judicial e arrisca-se a terminar com novo cenário de novas eleições. A crise política começou no PSD e no CHEGA. Quando se zangam as comadres descobrir-se-ão as verdades!


A situação política está insustentável, porque neste fim de linha, e após o CHEGA ter tirado o tapete a Albuquerque, não há quem confie numa só palavra deste governo de Albuquerque. Até os próprios deputados do PSD têm serias dúvidas.


A situação política requer muita ponderação e também moderação. Realisticamente, o cenário de eleições não é o desejável pelos cidadãos, mas, na prática, a palavra de Albuquerque vale tanto como a de um vendedor de banha de cobra. Ninguém quer ser o seu fiador! Nem após lançar o repto!


Urge estar atento às movimentações e às sentinelas, sobretudo às tentativas de colagem oportunistas. O ditado popular “mais vale só do que mal-acompanhado” nunca fez tanto sentido.


Recebo quase todos os dias dezenas de mensagens oriundas de variantes quadrantes. Mas as que fazem mais sentido, e que para mim valem muito em termos de senso comum, vêm da ala popular das nossas gentes humildes e verdadeiras.


Dizem: “não se juntem a eles, façam o vosso caminho, devagar devagarinho. Não tenham pressa. Vocês são o único partido da Madeira, que defende o povo e toda a classe trabalhadora”.


Carregar às costas o peso dos outros é um fadário, no bom madeirense…

Élvio Sousa, líder do JPP.

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