Recordar é viver: Este é o Momento! Vamos construir uma nova esperança para a Madeira

Miguel Ângelo, no século XVI, afirmou que as suas obras não nasciam de um processo de criação, mas sim de libertação. O mesmo se pode conjeturar para a atualidade política madeirense e para a necessidade de uma mudança tranquila, serena, de confiança e consistente.

É óbvio que precisamos de criar. Mas, acima de tudo, necessitamos de nos libertar de amarras ideológicas, dos medos infundados que nos têm tolhido o pensamento e a capacidade de decisão, e de trazer um programa, uma nova esperança, que liberte a Madeira e o Porto Santo de quase 50 anos da mesma força partidária.

Albuquerque afirmou, esta semana, que o JPP era uma força negativa, de esquerda e de instabilidade. O que não deixa de ser mais uma afirmação disparatada e de desespero, a juntar a muitas outras. O receio dele é que que o Povo dê ainda mais força ao JPP!

Na verdade, quem está em negação constante, sem capacidade de falar verdade e de garantir um governo estável, é o próprio Albuquerque (e os seus aliados CDS e CHEGA).

Albuquerque tornou-se uma pessoa vingativa. Persegue, ofende, diz disparates e afasta todos aqueles que o contradizem. Está agarrado à imunidade para não ser inadvertidamente algemado, e refém dos interesses obscuros que construiu nestes últimos dez anos. Ele é um problema para a estabilidade e para a confiança das populações e governativa.

O rótulo ideológico que nos pretende encaixar há anos, não tem surtido efeito. Estamos acima dessas tentativas artificiais. A ideologia do JPP é a Madeira e o Porto Santo. A moderação e o humanismo personalista.

É a busca constante de soluções eficazes para resolver os graves problemas da Habitação, baixar os preços das casas nivelando-os de acordo com os ordenados dos madeirenses; é garantir um futuro promissor para os jovens, na sua própria terra; é travar a queda da classe média para o patamar da pobreza; é fortalecer as empresas familiares; ajudar os reformados; reduzir os impostos e, de uma forma geral, reduzir o custo de vida.

Acabamos de chegar a 2025. É o Ano do Jubileu. É também o momento de dar uma nova esperança. A esperança que não tolera a mentira, o esconderijo da realidade e da omissão calculista. Uma esperança que ajude a libertar todos aqueles que levantam a voz contra o mal e contra as injustiças.

Até breve.

Élvio Sousa, líder do JPP

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