Homenagens e espetáculos, e para quando a abertura do projeto museológico que integre o espólio desse grande vulto da música portuguesa, nascido no Funchal, Maximiano de Sousa (Max)?
O protocolo foi assinado entre a família e o Governo Regional da Madeira em 2017 e está oito anos na gaveta de Eduardo Jesus; o governante que vai catalogar o “dicionário do calão governamental”.
Max foi uma figura carismática da música madeirense, muito acarinhada pelos madeirenses e porto-santenses e recordado com destaque, no Museu do Fado em Lisboa.
Por aqui, o Governo não dá satisfações. O projeto do Museu da Música da Madeira vive adiado há anos, tal como o Museu de Arqueologia. Talvez os milhões a investir no golfe tenha merecido prioridade?
Está na altura de pegar neste assunto de forma enérgica. Já não há desculpas! Pressionar Governo Regional para que tome medidas para a criação de um Museu de Música da Madeira, demonstrando respeito, estima e dedicação pela família do artista e pelo trabalho desenvolvido dos músicos e investigadores da Região.
O MAL-EDUCADO e o EXEMPLO de JOÃO MARQUES
Apesar das tentativas vergonhosas para tentar suavizar, branquear ou normalizar o comportamento mal-educado de Eduardo Jesus – um dos responsáveis pelos madeirenses estarem a adiantar 500 ou 600 euros para viajar – fica claro que ainda existe jornalismo. Não foi preciso a imprensa no retângulo pegar no assunto.
Os atos ou se condenam ou se toleram! Um mal-educado é sempre um mal-educado, sobretudo quando não corrige a tempo a malcriação.
Ontem, tal como Nelson Veríssimo bem salientou, o João Paulo Marques (JPM) no Diário do Grupo Sousa ignora, silencia e tenta abafar o nível de injurias proferidas por Eduardo Jesus. Outro cúmplice da malcriação.
Diz o Povo que as aves da mesma plumagem tendem a voar juntas….É isso.!
JPM tem usado o Diário do Grupo Sousa para proferir críticas ao nosso projeto. Está no seu direito, é óbvio. Mas tem de haver contraditório.
Todos nós sabemos que João Marques foi agraciado pelo pagamento de 150 euros à hora, pago pelo Orçamento regional, e abafado pelo órgão de propaganda do PSD/CDS.
Mas nem todos sabem que a direção do DIÁRIO do Grupo Sousa tem-se recusado, e silenciado, a publicar o direito constitucional à defesa e ao contraditório. Por isso já vai a caminho a segunda contraordenação! Vai sair caro ao Grupo ou vai ser descontado nos 300 mil do MEDIARAM?
Atenção: Já não há borlas no Porto do Caniçal. Só um desconto de quase 2 milhões!
Élvio Sousa, líder do JPP.



