Na iniciativa política desta manhã, o Juntos pelo Povo (JPP) esteve no Porto de Recreio de Santa Cruz para alertar, mais uma vez, a necessidade de executar obras urgentes naquele espaço.

O deputado Paulo Alves destacou que, “desde 2015 e durante sucessivos Secretários Regionais, tem havido promessas de obras de recuperação, tanto do porto de recreio como das infraestruturas que suportam a plataforma rodoviária da via rápida, mas, até agora, nada”.

O deputado refere que, desde 2019 há verbas específicas para estas obras tendo sido criado, em 2020 um projeto específico para este fim, na ordem dos 4,5 milhões de euros, mas que, “neste orçamento, pura e simplesmente, desapareceu”.

“É com surpresa que o JPP ao analisar o plano de investimentos para 2021, verifica que, em 2020 já foram pagos mais de 75 mil euros e em 2019, mais de 41 mil euros nestas obras”.

“Quem conhece e frequenta este espaço vê, claramente, que nada foi feito. Para onde foi esse dinheiro?”, questiona.

“A não ser que tenha acontecido algumas obras na parte superior da via rápida e tenha sido efetuado algum pagamento para o efeito, mas, uma vez que estamos perante uma parceria público-privada, a Via Litoral, responsável pela manutenção da própria via rápida, queremos acreditar que não tenha sido esse o destino dos valores já pagos, de acordo com o que está refletido neste documento entregue pelo Governo, e que já supera os 100 mil euros”.

“Caso contrário, temos valores a serem transferido pelo Governo Regional para as PPPs rodoviárias, Viaexpresso e Vialitoral, cerca de 220 mil euros por dia, e ainda o Governo tem de pagar outros valores respeitantes a outros tipos de manutenção? Isto tem de ser explicado à população”, exigiu o deputado.

O deputado lamenta que outros portos na Região estejam devidamente especificados no Orçamento e Plano de Investimentos para 2021, “como por exemplo o cais da Boaventura e Seixal mas, em relação a Santa Cruz, numa zona tão frequentada e que envolve a própria estrutura da Via rápida, não se verifique essa mesma preocupação por parte do Governo Regional”.

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