Juventude JPP diz que estudantes não conseguem casas para arrendar

A falta de residências universitárias na Universidade da Madeira (UMa) combinada com a quase inexistência de casas para arrendar a preços que as famílias possam suportar, a oferta limitada de transportes públicos para as zonas rurais, o reforço das bolsas de estudo e os baixos salários pagos aos jovens que terminam o seu percurso académico foram os principais problemas anotados pela Juventude do JPP na reunião de trabalho com a Direção da Associação Académica da UMa. 

A reunião das representantes da Juventude do JPP, Jéssica Teles e Andreia Gouveia, com a Direção da Associação Académica da UMa acontece no âmbito da auscultação das diversas forças de juventude da sociedade, com o objetivo de aprofundar e consolidar o seu programa eleitoral e identificar alguns problemas vivenciados pelos jovens estudantes da Região Autónoma da Madeira.

“Neste encontro foram identificados alguns problemas, como a falta de residências universitárias para alunos deslocados, residentes nas zonas periféricas da Região e que são confrontados com os preços elevados para alugar um espaço/quarto”, explicou Jéssica Teles, que lidera a Juventude JPP e é candidata às eleições antecipadas de 23 de março.

De acordo com a dirigente, os estudantes também referiram “a necessidade de melhorar a rede de transportes públicos nas zonas em que a oferta é limitada, pediram um reforço das bolsas universitárias como forma de incentivar os jovens a ingressar no Ensino Superior e consideraram urgente a necessidade de valorizar o salário dos jovens que terminam o seu percurso académico”.


Jéssica Teles explicou aos estudantes algumas das propostas do JPP para a juventude, com particular ênfase para o plano de construção urgente de 500 casas por ano para os jovens e a classe média, medidas para estancar a saída de jovens talentos e de fixação na Região; rever os escalões para atribuição de bolsas de estudo de forma a evitar o abandono dos estudos universitários por dificuldades económicas; trabalhar para que no futuro a UMa seja das universidades portuguesas mais reconhecidas internacionalmente, pela oferta formativa e pela qualidade do seu corpo docente e infraestruturas.

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