O cabeça-de-lista do Juntos Pelo Povo (JPP) e candidato a presidente do Governo Regional assegurou este domingo, em Câmara de Lobos, que com um governo de influência JPP “as empresas, em especial as empresas familiares, irão beneficiar de um plano de apoio”, tendo indicado onde pretende ir buscar verbas para esse efeito: “Os mais de 214 milhões de euros de receita extraordinária têm de refletir-se numa redução de custos para as empresas e as famílias”, disse.
Numa ação de pré-campanha e de contatos com a população de Câmara de Lobos, no âmbito das eleições antecipadas de 23 de março, Élvio Sousa centrou a sua intervenção no setor empresarial.
“Nós precisamos de aliviar os custos das nossas empresas, em especial as nossas empresas familiares que representam uma grande percentagem do tecido empresarial regional”, referiu, lembrando que a medida tem um capítulo especial no Programa de Governo do JPP. “Os recordes da receita fiscal, de mais de 214 milhões de receita extraordinária, e os recordes do PIB não se refletem na redução de custos, nem das famílias nem das empresas, a que se junta ainda uma alta taxa de inflação.”
O candidato assegurou que “com um governo JPP teremos um pacote de apoio ao tecido empresarial, que passa pela redução de impostos (IVA, IRS e IRC), redução e regulação do preço do gás e da fatura energética e margem para baixar o ISP, daí resultando uma descida no preço dos combustíveis”.
Élvio Sousa adiantou outras medidas com reflexos positivos para as empresas e as famílias. “É de primordial importância baixar os custos do transporte de mercadorias, que é 18% mais caro por quilómetro do que nos Açores, disponibilizar o ferry para carga e passageiros, reduzindo os custos para as empresas e as famílias, lançar um concurso público internacional para a concessão da operação portuária e assim auditar preços, sobretudo acautelar a competitividade da nossa economia.”
Neste pacote de valorização do setor empresarial, o candidato a presidente do Governo inclui ainda o plano para a construção urgente de 500 habitações a preços adequados aos salários da classe média e dos jovens. “Além de resolvermos a enorme carência de habitação, estaremos a garantir postos de trabalho”, sublinhou.



