O JPP esteve no Porto Santo, uma atividade do grupo parlamentar, para apresentar uma nova proposta que entende ser prioritária para “assegurar a mobilidade e dar prioridade aos porto-santenses, no pleno respeito pela continuidade insular”

Segundo Élvio Sousa “aquilo que temos vindo a constatar da mobilidade marítima e aérea é condicionante, uma vez que o contrato de concessão negociado entre o governo PSD/CDS e a DaVinci encareceu o custo de vida e a deslocação do porto-santense, nomeadamente para a ilha da Madeira.”

O JPP vai propor à Assembleia Legislativa da Madeira “que os porto-santense paguem um preço acessível de transporte aéreo, que não paguem mais de 20 euros e isto é uma solução que passa por dar maior oportunidade ao porto-santense para se deslocar à Madeira. Garantir uma subsidiação à volta de mais de 40 euros por trajeto, resolve-se com o cumprimento daquilo que consta no Programa de Governo Regional. “Assumir essa despesa é cumprir o Porto Santo. Ponto final.”

Nós estimamos que, de um universo de 25 passageiros por dia aquilo que orçamento regional poderá custear para apoio ao porto-santenses andará à volta dos 700 a 800 mil euros. O Porto Santo tem sido abandonado, nos últimos anos, pelo Governo Regional. Prova disso tem sido o subsídio ao passageiro que tarda em ser aplicado, apesar das promessas.

Uma proposta que visa, também, refrescar a economia e refrescar a acessibilidade da população do Porto Santo para o Funchal.

 

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