Foi a partir do estádio onde em maio de 1991 o único Papa que visitou a Madeira celebrou uma missa campal para mais de 30 mil pessoas, hoje Estádio do Marítimo, que o cabeça de lista do JPP citou outro Papa, Francisco, no encerramento da campanha eleitoral para as eleições regionais antecipadas de 23 de março. “Deus não põe a esperança nos grandes e nos poderosos, mas nos pequenos e nos humildes.”
O candidato à liderança do Governo Regional deu assim o mote para um derradeiro apelo ao voto. “Não tenham medo da mudança”, exortou. “Ela será para melhorar e para pôr os interesses dos madeirenses à frente dos interesses dos monopólios que não deixam as famílias terem mais rendimento e melhor qualidade de vida, colocam as empresas numa dependência e sem condições para poderem investir.”
Élvio Sousa acredita que no próximo domingo os madeirenses e porto-santenses vão encetar uma página histórica da Autonomia. “O dia 23 de março é o ‘Dia-D’ para uma mudança estável, tranquila e democrática de 48 anos de governos PSD”, antevê. “Só um partido fundado na Madeira, uma frente cívica e popular oriunda do Povo, poderá reduzir o custo de vida, trazer mais e melhor saúde, mais valorização dos salários e apostar fortemente na construção de casas e apartamentos para os jovens, para a classe média e para todos os que necessitam, a preços que possam pagar.”
O “número um” da lista do JPP procurou não deixar ninguém de fora. “Uma palavra de confiança aos funcionários do setor público e privado, aos indecisos, aos descontentes, com a política e os políticos, e aos que estão zangados com as recentes traições perpetuadas por aqueles que confiavam numa alternativa”, declarou, para incentivar. “Estamos prontos para um momento histórico. Dar aos madeirenses um novo e arejado governo estável, menos despesista e mais presente no dia-a-dia dos cidadãos.”
Élvio Sousa considera que não há tempo a perder. “O momento é agora. Irrepetível”, encoraja. “Não fiquem em casa no próximo domingo. Pedimos uma maioria de confiança para governar com estabilidade e esperança, a decisão dependente única e exclusivamente de todos vós, madeirenses e porto-santenses. Como afirmou o Papa Francisco ‘Deus não põe a esperança nos grandes e nos poderosos, mas nos pequenos e nos humildes’”, citou.



