JPP desmente GESBA e apresenta facturas dos bananicultores

JPP desmente GESBA e apresenta facturas dos bananicultores

A empresa publica GESBA que gere a produção e comercialização de banana em regime de monopólio veio, hoje, de forma imprudente e sem provas irrefutáveis, acusar o JPP de impreparação e de revelar conclusões falsas.

Ora como não deixa de ser o mais incontestável neste tipo de situações, para melhor demonstrar que há 15 anos os produtores de banana eram melhor pagos pela banana do que, atualmente, pela GESBA, o JPP apresenta duas faturas, de 2006 e outra de 2021 (em anexo), e conclui-se:

  1. Há 15 anos, para o exemplo da banana extra, os produtores recebiam mais 30 cêntimos por kg, do sector. Em 2006, para a banana extra os agricultores recebiam 60 cêntimos das cooperativas e 14 cêntimos de apoios comunitários (que dava 74 cêntimos por quilo). Em 2021, pela mesma categoria recebem 66 cêntimos por kg, ou seja, da GESBA recebem 26,8 cêntimos por kg e de apoios 39,2 cêntimos).

 

  1. Perante estas provas irrefutáveis e indesmentíveis, e utilizando um próprio documento oficial do monopólio da GESBA, se conclui que há 15 anos os agricultores eram justamente melhor pagos pela produção de banana. Atualmente, a juntar os custos de produção, dos combustíveis e da electricidade com o IVA a 22% os bananicultores estão a plantar banana para perder dinheiro.

 

  1. Ora com estas provas irrefutáveis e indesmentíveis se demonstra que os produtores de banana continuam a ser escravizados pelo monopólio público da GESBA, que usam os lucros do trabalho do agricultores para garantir mordomias dos administradores, viaturas e investimentos de milhões, tais como o recente Museu da Banana.

 

  1. Por último, deveria a GESBA esclarecer publicamente por que razão o Governo PSD/CDS veio obstaculizar que os agricultores possam constituir organizações de bananicultores e vender livremente o seu produto, sem as manobras administrativas de um regime soviético.

 

Élvio Sousa, líder parlamentar do JPP

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