O JPP esteve, hoje, na Ponta de Sol em contatos com a população local, nomeadamente junto ao Palacete dos Zinos, agora concessionado à Tecnovia.

“Viemos ao Lugar de Baixo acompanhados pelos moradores para chamar a atenção para duas questões que estão a preocupar a população, sabemos que existe aqui uma situação de injustiça, que tem a ver com a legitimidade do uso da capela edificada neste espaço e nós, em nome da representação da população, também estamos preocupados. Esta capela é uma conquista do povo do Lugar de Baixo e uma conquista das populações.”

Élvio Sousa afirma que o Solar dos Zinos está em vias de classificação, ou seja, “qualquer obra realizada neste espaço requer uma autorização do Governo Regional, nomeadamente da DRC (Direção Regional de Cultura) e por sua vez da Câmara Municipal da Ponta do Sol. “Nós suspeitamos que a DRC não tenha emitido um parecer favorável para esta situação. Por isso, para não haver duvidas quanto à legalidade da situação, vamos dar 15 dias à Sociedade de Desenvolvimento para nos dar o contrato de concessão para que seja possível averiguar esta situação da melhor forma possível, e verificar se a lei foi respeitada. A partir daí e na posse da documentação agiremos em conformidade, mas uma coisa é certa, não abandonaremos a população do Lugar de Baixo.”

“Não está em causa a utilização do espaço, mas sim o acesso livre e legitimo do povo do Lugar de Baixo à capela, uma situação que para clarificar foi arrendada por 1100 euros por mês, um preço inferior a um aluguer de um apartamento no Funchal”.

 

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