JPP com projeto para reforçar qualidade do espaço público

A candidatura do JPP à Câmara Municipal de Santa Cruz reafirmou hoje que o ambiente é uma área estratégica no programa de desenvolvimento de Santa Cruz, no sentido de que se enquadra numa aposta de valorização constante da limpeza do espaço público e também numa atitude de responsabilidade face a um território que é hoje o segundo polo turístico da Madeira.

Neste contexto, Élia Ascensão destacou o investimento dos últimos 12 anos em meios técnicos e humanos no tocante à limpeza urbana, para sublinhar que esta é uma área onde o JPP pretende reforçar a ação, nomeadamente através de um protocolo já em curso com o Estabelecimento Prisional do Funchal, para a reintegração de reclusos na vida ativa, num investimento total de cerca 255 mil euros para 3 anos. Esta medida, além de contribuir para a reinserção social dos reclusos, reforça a capacidade da autarquia neste domínio, garantindo uma maior eficiência em termos de resultados e de qualidade e limpeza do espaço público.

A candidata anunciou que também está previsto o reforço dos contratos interadministrativos com as Juntas de Freguesia do concelho de Santa Cruz. A este propósito, sublinhou que, só em 2024, estes contratos tiveram como objeto a limpeza de 257 quilómetros, realizados continuamente, num investimento de 256 mil euros.

Élia Ascensão considera que a limpeza urbana é uma área crucial na melhoria dos espaços públicos e na qualidade de vida que se pretende continuar a incrementar e a reforçar.  Aliás, em curso está também a aquisição de papeleiras, uniformizando a imagem e o mobiliário urbano, a par com o investimento em varredouras urbanas de pequena e grande dimensão, viaturas de recolha de papeleiras e de resíduos de pequena dimensão, equipamentos de monda térmica, desinfeção, sopradores elétricos e roçadeiras.

A candidata do JPP realça, por isso, que tanto os investimentos já feitos como os que estão previstos no programa eleitoral do JPP, colocam o município numa realidade muito diferente daquela que existia em 2013.  “O ambiente é uma área que carece de uma atenção constante e de reforço estratégico, inserido num contexto mais vasto de um plano integrado de valorização das nossas zonas habitacionais e urbanas”, vincou.

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