CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais, o melhor da RAM

A candidatura do Juntos Pelo Povo (JPP), realizou hoje uma visita ao CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais – que teve como principal objetivo destacar todo o investimento que a Câmara Municipal de Santa Cruz tem efetuado na causa animal.

Filipe Sousa referiu, que o Município de Santa Cruz foi e é o primeiro Município da RAM a ter nos seus quadros de pessoal o preenchimento da vaga de Veterinário Municipal, situação que já ocorre faz 5 anos e cuja orgânica comtempla na sua totalidade 5 trabalhadores afetos ao CROA que têm desempenhado um trabalho exemplar a todos o níveis, trabalho esse reconhecido pela população residente em Santa Cruz e até mesmo de outros concelhos.

Filipe Sousa reforçou que o CROA de Santa Cruz tem como missão, a prestação do serviço público de recolha, alojamento, adoção da população canina e felina, bem como do controlo de zoonoses e execução das medidas de profilaxia médica e sanitárias determinadas pela autoridade competente, sendo aplicável na área territorial do Município de Santa Cruz.

Destacou, desde logo, que a Câmara Municipal de Santa Cruz, assumindo as responsabilidades que lhe estão cometidas por lei e interpretando o sentimento coletivo de que importa defender a higiene e saúde públicas, bem como a segurança das pessoas, mas salvaguardando os direitos dos animais consignados na Convenção Europeia para a Proteção dos Animais de Companhia de que Portugal é signatário, assumiu como objetivo construir um Centro de Recolha Oficial de Animais do Concelho de Santa Cruz (CROA de Santa Cruz) de modo a responder mais adequadamente às exigências legais.

Salientou que durante o biénio de 2023/2024 estas instalações foram alvo de melhoramentos e ampliação, de forma a dar resposta às necessidades do município e melhorar as condições dos animais ali recolhidos ou alojados, mas também melhorar as condições de trabalho de todos os que ali, diariamente desempenham as suas funções, em prol do serviço público.

Desta forma foram criadas novas áreas, inexistentes até à data, tais como:
• Uma área de atendimento ao público;
• Um gabinete/ escritório;
• Uma sala de consultas;
• Uma sala de cirurgia;
• Uma zona de recobro para os animais que aqui se encontram em tratamento;
• Enfermaria;
• Lavandaria;
• Instalações para higiene dos animais aqui alojados (banhos e tosquias);
• Armazém para os materiais utilizados no desempenho das funções adstritas ao serviço;
• Copa;
• Balneários para os funcionários;
• Uma zona para lavagem e desinfeção de viaturas;
• Área de celas com capacidade para alojamento de 40 canídeos;
• Área de alojamento semicoberto para animais em grupo com capacidade para 44 canídeos;
• Instalações individuais para animais agressivos, mais sensíveis ou fêmeas com ninhadas para alojamento de 6 canídeos;
• Área de celas com capacidade para alojamento de 40 felídeos;
• Área para felídeos inseridos em protocolo CED com alojamento para 50 felídeos;
• Área de celas, para isolamento e quarentena de animais suspeitos de Raiva em zona separada, 2 de canídeos e 2 de felídeos;
• Parque descoberto para exercício diário dos animais;
• Necrotério/zona de Occisão.

Finalizou dizendo que toda esta intervenção de fundo, de forma a ir de encontro ao preconizado na legislação vigente, que regula os alojamentos para animais sem fins lucrativos onde se inserem os Centro de Recolha Oficial, representou um investimento a rondar os 380 mil euros.

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