Há dias referi que as autárquicas seriam a prioridade para o JPP.
Continuamos a recrutar homens e mulheres para expandir o nosso projeto madeirense e autonómico. Somos um projeto político de futuro, independente, livre e de fundação regional. Características que nos distinguem dos demais.
Sempre defendi que o Movimento JPP tem de marcar a agenda no terreno, envolvendo causas e valores que há muito tempo foram abandonados pelos partidos tradicionais. É natural que haja alguma resistência em sair das áreas de conforto. O nosso campo de atuação, o nosso quintal, assentará nos parlamentos (Regional e Nacional), nos órgãos executivos (câmaras e freguesias) e naturalmente nos sítios de intervenção popular.
Contamos para o Funchal com a experiência, o dinamismo e o programa arejado liderado por Fátima Aveiro.
A tentativa de abafar a credibilidade do nome e do trabalho de Fátima Aveiro por alguns setores de informação foi por demais evidente, sobretudo quando não conhecem a estratégia e o cálculo conjuntural. Não tenho o hábito de falar da metodologia interna nas ruas, nem tão pouco partilhá-la com os “bilhardeiros” do costume.
Parece que o filho do pai, foi um dos que ficou mais dramatizado pela candidatura. É sempre oportuno sorrir com os dentes tingidos no dentista!
O “drama” de Ricardo Vieira
Recordo que o advogado Ricardo Vieira afirmou à radio de Luís Miguel de Sousa, em fevereiro deste ano, que seria “dramático para a Madeira” o JPP ser o segundo partido mais votado. Repito “dramático”. Não só foi o segundo, como elegeu para a Assembleia da República.
Até à data vive esse “drama”, sem resposta e fundamentação credível, sobretudo quando se inteira, e digere, que a Autonomia é pertença do sangue azul e da classe erudita da urbe funchalense.
Suponho que adjetivar de “dramático” a ascensão de um partido nacional de fundação madeirense é mais ou menos a invejidade a interagir por dentro e por fora. Além do mais, existem seres que julgam que vão levar o ouro e o dinheiro para o túmulo, como se a ganância de faturar premiasse o número de gavetas da urna.
Todos aqueles que passam a vida a bater com a mão no peito trazem dentro de si algo que não bate certo. O dogma não corresponde à fé (Lutero).
O Carlos Rodrigues foi promovido a Adjunto!
O ex-deputado que mais odiava e vociferava as verdades ditas e mostradas a cores foi promovido a adjunto no gabinete do secretário das Finanças, Duarte Freitas. Grande promoção! Por isso é que em menos de dois meses de Governo PSD/CDS já gastou mais de 3,3 milhões de euros em nomeações de técnicos especialistas. E ainda aqui vamos…
Pelo menos o Carlos agora tem mais tempo para postar no face novas ameaças que tanto deliraram o Ricardo Araújo Pereira!
Boa “adjunção” Carlos. Não gastes muitos milhões dos contribuintes, das empresas e das famílias. Tem juízo!
Élvio Sousa, líder do JPP



