Mais Habitação, mais Saúde, menor custo de vida

Habitação, Saúde e custo de vida, são as três preocupações que Élvio Sousa quer ver resolvidas no Orçamento da Região já para 2026.

O Secretário Geral do JPP, em declarações aos jornalistas, no final da audiência prévia à elaboração do Orçamento, considerou que: “a redução do custo de vida, o investimento na saúde e maior oferta pública de habitação” são as propostas essenciais à aprovação do Orçamento, por parte do Juntos Pelo Povo.

Para o líder do maior partido da oposição na Região, a solução para estes encargos passa pela justa redução do IRS e do IVA, pela diminuição da despesa da máquina governativa, com transferência de verbas para a saúde e pela utilização do saldo global para, junto dos municípios, promover mais habitação para os jovens e para a classe média. “Na questão da Saúde, nós sabemos que os  tempos máximos de resposta garantida não estão a ser cumpridos, como sabemos, dezenas, centenas de pessoas estão em lista de espera. Os prazos para cirurgias, exames e consultas não estão a ser cumpridos e deve haver um investimento para trazer maior qualidade de vida a essas pessoas, um maior investimento financeiro”, considerou. “Na área da Habitação, a resposta passa pela contratualização com todos os municípios da Região, por forma a garantir casas para os jovens e para a classe média”, acrescentou.

Élvio Sousa transmitiu ao Secretário Regional das Finanças três problemas e três soluções que gostaria de ver incluídas no Orçamento da Região para 2026, para garantir a sua aprovação pelo Juntos Pelo Povo.

O caso do ferry

Élvio Sousa destacou ainda o “apagão” do ferry, no Orçamento de Estado. “O compromisso do Governo da República para a linha ferry, de mercadorias e de passageiros, desapareceu”, criticou o líder parlamentar.

O JPP comprometeu-se a apresentar, neste orçamento regional, uma proposta para que o Governo Regional inicie negociações com o Governo Regional de Canárias para reimplementar a linha marítima de passageiros e mercadorias que já  existiu. “ Temos que ser vigilantes, para que não fiquemos mal junto de quem votou e confia em nós”, concluiu.

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