JPP INVESTIGA PROCESSO DO LIDL NA CÂMARA DO FUNCHAL

O JPP no seu modelo de fiscalização e de exposição da verdade de muitos podres que o executivo regional andou a esconder durante o seu mandato, nomeadamente o processo do Ferry, os casos do roubo de terras da Calheta que as autoridades vieram dar razão ao JPP, os gastos e o despesismo de Miguel Albuquerque, a situação dos direitos dos utentes em lista de espera, entre muito outros assuntos, não descansa do seu trabalho de informar os madeirenses e apresentar soluções.

Deste modo, havendo muito por explicar avançaremos com uma fiscalização apertada para perceber quais as razões objetivas do atraso do licenciamento da cadeia LIDL no concelho do Funchal. Tentar perceber e revelar aos madeirenses quais as razões que estão por detrás deste atraso e da entrada no mercado do LIDL. Recorde-se que estão previstas três lojas e inúmeros trabalhadores a fazer formação, que terão eventualmente de aguardar mais de um ano para ter acesso ao seu ganha-pão!

A chegada da cadeia LIDL à Madeira foi recebida com entusiasmo pela maioria dos madeirenses que viam na entrada desta empresa uma forma de conseguir bens de supermercado a um preço mais competitivo, levando os outros players da distribuição a repensarem a respetiva política de preços, que em alguns casos, pode roçar a concertação de preços que, como bem sabemos, é ilegal.

Tendo esta cadeia uma política própria de mercado, que ajudará a baixar o custo de vida na Região já de si muito especulado, e tendo a própria LIDL uma empresa de navegação que a fixar-se na Região iria com certeza contribuir para gerar mais concorrência nos portos, é fundamental o JPP entrar em ação e fazer uma fiscalização apertada à Câmara Municipal do Funchal.

E veja-se a seguinte dualidade de critérios. Ainda ontem Pedro Calado referia que estava garantido “caminho aberto” para o projeto da Praia Formosa), enquanto para o grupo LIDL parece estar a haver problemas e empecilhos.

Élvio Sousa

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