O JPP esteve no Lugar de Baixo para cumprir uma promessa, entregar à população o caderno de encargos, o contrato e todos os documentos relativos à concessão do Palacete Zino, documentos que foram recusados à população pelas entidades competentes.

Relembre-se que o JPP se comprometeu, na última vez que esteve em contacto com a população do Lugar de Baixo, a pedir à Ponta Oeste o caderno de encargos, o contrato e todos os documentos relativos ao funcionamento do Palacete do Lugar de Baixo e sobretudo o acesso à capela que pertence ao povo.

Élvio Sousa referenciou que ao analisar os documentos, foi possível constar que “a concessão nunca poderá impedir o acesso das pessoas à capela, no entanto, não esclarece em pormenor em que situações é que esse o acesso à população será feito, ou seja, não salvaguarda os interesses da população.”

“O nosso compromisso com estas pessoas é ajudar a redigir um regulamento para a utilização da capela e do espaço pela comunidade, um documento que defina efemérides e atividades a realizar.” Élvio Sousa esclarece que “este contrato não vale nada do ponto de vista genérico porque não define especificamente quando é que as pessoas poderão utilizar o espaço.”

Para finalizar Élvio Sousa afirma que a “construção da piscina não consta do caderno de encargos e que as obras não foram devidamente fiscalizadas pelas entidades da cultura. “Vamos voltar aqui para mostrar a destruição do património da memória da população.”

 

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