AAssembleia Municipal de Santa Cruz está prestes a aprovar o seu Orçamento para 2018 e o seu Plano Plurianual de Investimentos até ao ano 2021.

Tal como aconteceu com o documento de 2017, este é um Orçamento e Plano que reflete já todo o trabalho de recuperação financeira, mas que reflete, sobretudo, aquela que é a nossa matriz social e a nossa marca gestão, pautada pela transparência e pelo rigor.

As grandes linhas destes documentos orientadores da ação autárquica passam pelo reforço de todos os programas sociais, sem exceção. Queremos estar ao lado das famílias naquelas que são as suas principais preocupações. Por isso, vamos reforçar a dotação orçamental para as bolsas de estudo aos alunos que frequentam o ensino superior, alargar a distribuição gratuita de manuais ao 2º ciclo, reforçar as verbas do Fundo Social de Emergência, da recuperação de imóveis degradados de agregados familiares carenciados, e as verbas para o ATL.

Paralelamente, vamos dar continuidade à aposta que temos feito na recuperação da nossa rede viária, melhorando as acessibilidades centrais, mas também não esquecendo os pequenos arruamentos e veredas que beneficiam, em muito, a qualidade de vida dos que sempre foram esquecidos.

A aposta na requalificação dos centros urbanos, a reabilitação da nossa frente-mar, e a recuperação dos sistemas de distribuição de água, no sentido de uma gestão mais equilibrada e de melhor serviço aos consumidores são outros dos vetores, que embora já iniciados, pretendemos reforçar já a partir de 2018. Intervenções para as quais já solicitamos apoio ao Governo Regional, através de contratos-programa e fundos comunitários.

Acima de tudo este é um documento com a nossa marca de rigor, transparência e responsabilidade social.

E quando aqui falo em nossa, não posso deixar de destacar que pelo quinto ano consecutivo, e no integral cumprimento do Estatuto da Oposição, convidamos todos os partidos com representação na Assembleia Municipal a dar o seu contributo. Mas, mais uma vez, recebemos apenas silêncio e vazio de propostas como resposta.

É claro que, no debate público destes documentos, não faltará o ‘show-off’ político de quem não tem ideias, dos que vivem do palco mediático, dos que vegetam pelas redes sociais, e que são todos aquele que talvez voltem a acordar para a vida real daqui a quatro anos.

Pela minha parte, estou de consciência tranquila, porque democraticamente até faço gosto em recolher propostas e ideias, mas principalmente porque o mandato que recebi do povo deste concelho legitima todas as opções do Orçamento e do Plano que vamos aprovar. Esta é a verdade. Foi o nosso programa que recebeu o aval do povo e é para esse povo que o vamos concretizar

*Artigo de opinião  publicado no Diário de Notícias / 26-11-2017

Filipe Sousa
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