Após a Comissão de Inquérito ao presidente da Comissão Executiva da TAP, Antonoaldo Neves, que teve lugar no Parlamento Regional, esta terça-feira, 2 de outubro, o JPP considerou que aquela companhia aérea “compete numa lógica de mercado, por isso os problemas com os voos da TAP vão persistir, sobretudo no que se refere ao tarifário elevado e aos cancelamentos”.

Élvio Sousa considera que o processo de recompra pelo Estado “não foi mais do que uma ‘operação de marketing político’, pois embora agora o Estado tenha aumentado a participação do capital social (de 34% para 50%), reduziu a sua diminuição dos correspondentes direitos económicos (de 34% para 5%)”.

O líder parlamentar do JPP lembra que “com a recompra, o Estado recuperou controlo estratégico, mas perdeu direitos económicos”.

O JPP lamenta que nem tudo tivesse sido devidamente esclarecido, ficando por saber, por exemplo, qual a solução do maior representante do acionista da TAP para os problemas da Madeira e Porto Santo?

“Ficou muito claro que quem define os preços da TAP não é o Estado, são os acionistas”, afirmou Élvio Sousa.

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