Quando a Democracia foi estabelecida em Portugal, ou seja, desde 25 de Abril de 1974 até hoje, já deu para entender que tipo de Democracia é que temos. Bem diferente da que realmente queremos. Ou seja, os partidos designados de tradicionais, já demonstraram bem o que valem – já lá vão 44 anos. Sinceramente valem muito pouco. Prova disso é o alheamento em relação à política e aos políticos quase em absoluto pela população em geral.

– O movimento de cidadãos denominado JPP – Juntos Pelo Povo, por ser o primeiro e até agora o único partido originário da Madeira, designadamente de Gaula, Santa Cruz, tem vindo passo a passo a conquistar o coração e a simpatia dos Madeirenses e Porto-santenses, atento à real proximidade com as populações.

– Tenho dito sempre que o JPP não é definitivamente mais um partido tradicional, mas é o verdadeiro defensor das causas sociais – a sua matriz principal – e não compatua de forma alguma com quaisquer interesses económicos nem com lobbies de natureza diversa, apesar de ser sondado por muito boa gente poderosa da nossa terra.

– Há que dizer, sem rodeios, que o JPP, quer no poder local, quer na Assembleia Regional da Madeira, tem executado um trabalho exemplar, cuidadoso, sério, transparente e honesto, portanto à vista de todos, pois não é refém de outros interesses nem de quaisquer eleitoralismos.

– Perguntar-me-ão, como militante: mas o JPP não quer ir para o poder? Eu tomo a liberdade de responder: Sim, quer, mas não a qualquer custo, ou seja, tem que percorrer o seu próprio caminho, subindo um degrau de cada vez, com segurança, perseverança e acima de tudo com confiança.

– Sabemos que a política é feita por políticos e que o Mundo é governado por estes; urge marcar a diferença, que pugne por tudo aquilo em que acreditamos, porque só assim é que o JPP – Juntos Pelo Povo conquistará o eleitorado.

– Percorrer este caminho leva muito tempo, mas a paciência é uma virtude nossa e ainda bem.

MIGUEL ALVES
Militante do JPP

Observação:

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