O Juntos pelo Povo (JPP) considera que a Venezuela só conseguirá eleger, de forma verdadeiramente democrática e transparente, o seu Representante, com eleições livres e plurais, com o acesso igualitário aos meios de comunicação social e com o auxílio de supervisão de observadores internacionais. Só assim o Povo terá a verdadeira Voz.

Neste sentido, o JPP apoia a exigência da União Europeia (EU) para a convocação de eleições no prazo já estabelecido, repudiando a decisão absolutista de Nicolás Maduro em não aceitar convocar eleições livres.

É inquestionável, para o JPP, a legitimidade da Assembleia Nacional, eleita em 2015 pela vontade do Povo, através do voto livre e, nesse sentido, torna-se inquestionável, também, o exercício de todas as funções e competências inerentes ao Presidente desta mesma Assembleia, Juan Guaidó que, face à gravíssima situação da Venezuela e face à reiterada atitude absolutista de Maduro, já se autoproclamou Presidente interino da Venezuela.

O Juntos pelo Povo entende assim que – a não haver uma atitude democrática e que respeite os princípios Constitucionais da República da Venezuela, por parte de Maduro, o que neste caso passaria pela convocação de eleições livres – Juan Guaidó terá toda a legitimidade em tornar-se, reconhecidamente, Presidente Interino da Venezuela.

Por fim, o JPP manifesta o seu profundo pesar a todas as vítimas da situação da Venezuela, bem como a todos os seus familiares, sejam aqueles que são vítimas diretas dos confrontos, sejam os que, de forma indireta, têm vindo a sofrer com toda esta instabilidade política, económica e social.

Recorde-se que a situação da Venezuela agrava-se a cada dia que passa, colocando em risco a vida de todos os que lá residem, entre eles, os mais de 300 mil Portugueses ou lusodescendentes.

Este importante foco da diáspora madeirense, que acaba por ser uma referência para todo e cada um de nós que conhecemos alguém ali emigrado, passa hoje pela maior crise da História da República da Venezuela, ao nível da saúde, da proteção social, da liberdade individual e política tornando-se, inclusivamente, uma questão de sobrevivência.

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