A Câmara Municipal de Santa Cruz entra agora numa fase de investimento que surge na sequência do trabalho de recuperação financeira levado a cabo nos últimos quatro anos.

No próximo mês, em que se celebra o Dia do Concelho, teremos, logo no dia 2, a inauguração do novo Mercadinho da Camacha, avançando também o concurso para a exploração dos Campos de Padel do Caniço.

Paralelamente, será aprovado o recurso a um empréstimo, possível dada a margem financeira que temos, e que vai permitir avançarmos com a recuperação das redes de distribuição de água, com o redimensionamento das ETAR´s e com um trabalho concertado de eficiência energética.

Todos estes investimentos são feitos sob a égide da responsabilidade, da transparência e, acima de tudo, com um claro definir de prioridades, indo ao encontro daquelas que são as necessidades do Município e de quem aqui vive.

Confesso que é com orgulho que vejo Santa Cruz entrar num novo paradigma, que se consubstancia, pela primeira vez em muitos anos, no traçar de um rumo e de uma estratégia, sem comprometer o futuro e sem hipotecar a saúde financeira da autarquia.

Esta é a nossa forma de estar política, esta é a nossa marca e a nossa identidade.

Há quem não goste, quem prefira continuar na política do engano e do folclore, reclamando obras já feitas, reclamando práticas de outros tempos, num exercício de demagogia e esquecimento forçado.

Este é o momento de agir, mas agir de forma diferente. Com ética, com verticalidade, com rigor e com atenção redobrada ao Município e às suas gentes.

Temos um plano de ação e um projeto para todas as freguesias de Santa Cruz, que passa pela revitalização das zonas nobres, ao mesmo tempo que se melhora acessibilidades, serviços e se reforça a atenção ao social, indo ao encontro das áreas onde é mais necessário a intervenção e a ajuda pública.

Falo, a título de exemplo, no apoio à educação, à recuperação de imóveis, ao acesso ao medicamento e ao Fundo Social de Emergência.

Este é o caminho, que será sempre traçado com a responsabilidade que se exige e com o respeito pela procuração que nos foi passada por aqueles que votaram em nós.

São esses, afinal, os verdadeiros e legítimos decisores, cabendo a quem está à frente dos destinos saber honrar a sua função e saber executar aquela que é a vontade do povo. É isso que estamos a fazer em Santa Cruz.

*Artigo de opinião publicado no Diário de Notícias / 26-05-2018

Filipe Sousa
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